Eu vi!
- Gustavo Lopes Oliveira
- Uberaba/Patos de Minas/BSB, MG, Brazil
- Alô você! Sou Gustavo Lopes com 22 anos de sonho e de América do sul, e Minas, sou mineiro da emblemática e interiorana cidade de Patos de Minas, estudei aqui mesmo, em Brasília, e agora curso Medicina na cidade zebuína (Uberaba pra quem perdeu-se ai!). Depois de padecer em clausto quase beneditino, entro em clausto não menos labutoso, mas que mais ou menos leva-se. Bem! Este blog está desde sua criação em embriogênese, (faz 5 anos que eu tenho mas não uso!) Agora para frente tentarei faze-lo ativo, compartilhando o mais interessante ou o menos sofrível! Abraço a todos!
quinta-feira, 2 de maio de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
sexta-feira, 29 de junho de 2012
HUMOR: FILOSOFIA PARA INICIANTES, APLICAÇÃO PRÁTICA DESSES TEÓRICOS NO COTIDIANO
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Eu e a prisão do tempo!
Pode-se procurar a loucura nas ações simples, à sombra de
todos os acontecimentos, existe um espectro infinito do porque não aconteceu, e
infinitos favorecedores daquilo que aconteceu, e nesta hora começa a angustia
humana, de ter que aprisionar-se em um
fato, e na sobra dele, o infinito de outras possibilidades, inicia a aventura
humana no mundo, de fazer o não natural em verdade!
Não quero o natural,
não refiro a questão ambiental, nada disso,
me refiro até onde minha mão se estica,
quantas realidades impossíveis tangenciam minha mão
quando era pequenino
destes que mal andava só,
corria atrás de minha bisa
para cantar cantigas antigas
que eu já sabia de có!
Arrumando a casa, vendo a janela,
eu junto as suas pernas ouvia,
e sei que o mundo ali estava completo,
pois mesmo hoje, tão mais velho
me esqueço de tudo só de lembrar
até porque
a ouvindo no fundo da minha mente
não mais me lembro de nada!
E como esquecer sem lembrar
de qualquer problema
se a cantiga ainda
tampa com azul de nossa senhora
toda minha memória?
Qual problema se atreveria
se suscitar meio esse manto
atrapalhando essa paz que aflora!
Minha bisa era linda
era negra descorada,
vestidinho azul
e cheiro de rosa,
me criou na primeira infância
e hoje adulto, vendo a vida
falta ainda no meu descanso
o canto que vinha
trazendo ela da cozinha
pra sentar-se na sala ao meu lado!
Como ela faz falta, eu adulto
como queria lhe pedir benção
pedir pra ela avaliar as mulheres que ando,
é ela, é aquela?
Ela saberia, diz o povo antigo
que quando ela andava na rua comigo,
muita gente perguntava se ela era baba e me cuidava
e de quem o filho era,
ela falava, "esse artista de teve é meu bisneto!
e o dedo teu pode ficar dentro da mão quieto,
pois tocando bisneto meu, velha mexeriqueira
é banzo certo!"
Porque ela não esta aqui?
Porque as pessoas tem que morrer?
Porque a misericórdia,
sem cordialidade na nossa miséria!
Há de existir um mundo em que ela esta
a dizer quem não deve eu amar, e a quem eu devo amor
e dizer isso ao meu ouvido, no seu abraço consolador,
me mostrando os espaços por onde passar,
trilhas a seguir,
me ajudando quando errar!
Se todas as pessoas que eu amo, ainda tivessem aqui
seria a irrealidade tão real para eu ser feliz
que ala chega a tanger ligeiramente minha mão
quando canto as cantigas antigas!
Não quero o natural,
não refiro a questão ambiental, nada disso,
me refiro até onde minha mão se estica,
quantas realidades impossíveis tangenciam minha mão
quando era pequenino
destes que mal andava só,
corria atrás de minha bisa
para cantar cantigas antigas
que eu já sabia de có!
Arrumando a casa, vendo a janela,
eu junto as suas pernas ouvia,
e sei que o mundo ali estava completo,
pois mesmo hoje, tão mais velho
me esqueço de tudo só de lembrar
até porque
a ouvindo no fundo da minha mente
não mais me lembro de nada!
E como esquecer sem lembrar
de qualquer problema
se a cantiga ainda
tampa com azul de nossa senhora
toda minha memória?
Qual problema se atreveria
se suscitar meio esse manto
atrapalhando essa paz que aflora!
Minha bisa era linda
era negra descorada,
vestidinho azul
e cheiro de rosa,
me criou na primeira infância
e hoje adulto, vendo a vida
falta ainda no meu descanso
o canto que vinha
trazendo ela da cozinha
pra sentar-se na sala ao meu lado!
Como ela faz falta, eu adulto
como queria lhe pedir benção
pedir pra ela avaliar as mulheres que ando,
é ela, é aquela?
Ela saberia, diz o povo antigo
que quando ela andava na rua comigo,
muita gente perguntava se ela era baba e me cuidava
e de quem o filho era,
ela falava, "esse artista de teve é meu bisneto!
e o dedo teu pode ficar dentro da mão quieto,
pois tocando bisneto meu, velha mexeriqueira
é banzo certo!"
Porque ela não esta aqui?
Porque as pessoas tem que morrer?
Porque a misericórdia,
sem cordialidade na nossa miséria!
Há de existir um mundo em que ela esta
a dizer quem não deve eu amar, e a quem eu devo amor
e dizer isso ao meu ouvido, no seu abraço consolador,
me mostrando os espaços por onde passar,
trilhas a seguir,
me ajudando quando errar!
Se todas as pessoas que eu amo, ainda tivessem aqui
seria a irrealidade tão real para eu ser feliz
que ala chega a tanger ligeiramente minha mão
quando canto as cantigas antigas!
terça-feira, 26 de junho de 2012
Excentricidade
eu nescessito de fazer o novo, o imediato,
tirar poeira de meus ombros,
resceber um passe, benção de Oxalá,
tocar uma gaita até me levantar dos escombros,
olhar para o céu, sentir o sentido do ar!
trocar essas roupas, antigas de outra hora
me redesenhar a lapis e tinta guache
vendo minhas mãos ganhando formas novas,
chamem as crianças, elas do mundo inteiro
pintem meu corpo na praça da Sé!
Os políciais, indignados, queirão me prender
os padres a me condenar,
as mães o seus filhos esconder,
até que meu corpo seja, tons claros e luminosos sem fim
Como artista de Zé Celso a olhar para o céu,
pedirei ao infinito, em transe, me concecte
ao círculo final de toda existencia,
o azul do céu, deramará sobre mim como cachoeira,
e meu sangue há de fluir junto ao horizonte da tarde,
e minha alma há de ruflar no céu,
como poeira de estrela!
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